DOENÇA DA CRENÇA

Salve as crianças da fome
Que sofrem porem não choram
Inocentes anjos vermívoros
Vitimas do sistema que os explora

Salve os moradores da calçada
Que para si nao tem mais nada
Para eles as portas estão fechadas
Tanto para saída quanto para entrada.

Salve aqueles que nao amam
Que com outros propósitos se enganam
Por nao terem o mais importante
Viverão infelizes eternamente.

Salve os trabalhadores braçais
Que trabalham tanto quanto ganham pouco
Seu futuro é igual o dos outros
Qual dor e sofrimento sao iguais
Que, empurrados pelo mesmo sopro
Também sao explorados demais.

Que a esperança seja viva
E que realmente exista
No interior de todos nós.
Que a união seja real
Para que passe todo mal
E venham dias melhores.

Que algum dia sejamos todos iguais finalmente
E seu Deus esteja com quem precisa realmente.



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