Os punks anarquizam o sistema com suas carteiras de identidade
Os detentos quebram as paredes do cárcere e queimam seus colchões
Eles são os problemas e exigem soluções
Avança sobre o povo o leão sanguinário
E neles se atira em ímpetos revolucionários
O ódio se levanta sobre os muros gigantes
Invade as casas e violenta inocentes
A população se esconde com medo
São seus próprios prisioneiros
Os prédios enormes engolem seus espólios
Aquelas mãos que impunham armas agora apertam botões
Pois tudo é mecânico e aos poucos vai se acabando
Os androides festejam a guerra tecnotronica
Seres metálicos ébrios de óleo
Que fazem as engrenagens do mundo seguirem rodando.



