Depois que eu morri ninguém mais me quer
Me chamam de monstro, de coisa qualquer
Acendo um baseado de puro miasma
Enrolado nos panos de algum fantasma
Eu entro no bar e encontro você
Tudo que eu queria era algo para beber
Gasolina é bom, mas deixa um bafo
E se acender o fogo eu não me safo
Meu carro voa em cima do asfalto
Quando estou na estrada não sinto sua falta
No final do túnel eu não vejo mais nada
Apenas a sua cara feia e drogada.
Planeta Psycho
Estou me afogando na fumaça
A metrópole é uma farsa
Todos os meus amigos são mudos
E eu estou só porque sou surdo
Sou um cara qualquer
Sem nada de mais
Os outros são os outros
Todos são iguais
Somos nós que cavamos os nossos buracos
Somos nós que erguemos as próprias barreiras
Costuramos nossos trapos
Polimos nossas caveiras...
A metrópole é uma farsa
Todos os meus amigos são mudos
E eu estou só porque sou surdo
Sou um cara qualquer
Sem nada de mais
Os outros são os outros
Todos são iguais
Somos nós que cavamos os nossos buracos
Somos nós que erguemos as próprias barreiras
Costuramos nossos trapos
Polimos nossas caveiras...
Post Amor Tem
Marcamos um encontro em frente a um despacho
Ela semi-morta ressurgindo lá de baixo
Ficamos juntos por todas as noites
Pela eternidade que vem depois da morte
Passamos as noites de bar em bar
Enchendo a cara para o tempo passar
E quando vemos o amanhecer da janela
Dormimos de conchinha no caixão dela
As vezes lutamos com pernas e braços
No chão se espalham os nossos pedaços
Mas nada que atrapalhe o nosso amor
Zumbis são assim, é assim que eu sou.
Ela semi-morta ressurgindo lá de baixo
Ficamos juntos por todas as noites
Pela eternidade que vem depois da morte
Passamos as noites de bar em bar
Enchendo a cara para o tempo passar
E quando vemos o amanhecer da janela
Dormimos de conchinha no caixão dela
As vezes lutamos com pernas e braços
No chão se espalham os nossos pedaços
Mas nada que atrapalhe o nosso amor
Zumbis são assim, é assim que eu sou.
Sete Palmos
A terra molhada que cobre o caixão
Não esconde a imundície do seu coração
Nem uma lágrima quando você morreu
Zumbi abobado que acredita em Deus
Foi enterrado de qualquer jeito
Encheram de barro o buraco no peito
Esperando o dia da carne apodrecer
Eu fico aqui pensando em você
Arrasto meus trapos no meio da noite
Curtindo essa vida de macumba ambulante
Meus olhos saltaram mas ainda posso ver
Sua carne macia que eu quero morder
Nunca mais verei a luz do dia
Não tem cura essa psicopatia
Nem lembro que dia foi que eu morri
Já não me incomodo em ser um zumbi!
Não esconde a imundície do seu coração
Nem uma lágrima quando você morreu
Zumbi abobado que acredita em Deus
Foi enterrado de qualquer jeito
Encheram de barro o buraco no peito
Esperando o dia da carne apodrecer
Eu fico aqui pensando em você
Arrasto meus trapos no meio da noite
Curtindo essa vida de macumba ambulante
Meus olhos saltaram mas ainda posso ver
Sua carne macia que eu quero morder
Nunca mais verei a luz do dia
Não tem cura essa psicopatia
Nem lembro que dia foi que eu morri
Já não me incomodo em ser um zumbi!
Querida Vítima
Te puxo com força
Ignoro seus gritos
Não vai ter volta
Pra sempre comigo
Pra que correr?
Pra que chorar?
Se você ja sabe
Que eu vou te matar!
Te levo pro quarto
Está tudo escuro
Um silencio, um hiato
O que vem no futuro?
Pra que correr?
Pra que chorar?
Se você já sabe
Que eu vou te matar!
Choro, violência,
Tortura ou morte,
O que esperar?
Depende da sorte
Pra que correr?
Pra que chorar?
Se você já sabe
Que eu vou te matar!
Ignoro seus gritos
Não vai ter volta
Pra sempre comigo
Pra que correr?
Pra que chorar?
Se você ja sabe
Que eu vou te matar!
Te levo pro quarto
Está tudo escuro
Um silencio, um hiato
O que vem no futuro?
Pra que correr?
Pra que chorar?
Se você já sabe
Que eu vou te matar!
Choro, violência,
Tortura ou morte,
O que esperar?
Depende da sorte
Pra que correr?
Pra que chorar?
Se você já sabe
Que eu vou te matar!
Pinga Com Ódio
Amanhece, bar vazio
A neblina te traz calafrios
Meu cadáver não sente frio
Volto pro meu mundo ilusório
[Pinga com ódio
Com gelo e limão
Com raiva e rancor
Pra aumentar a tensão]
Espanto as baratas do meu copo
Pego a garrafa e coloco mais um pouco
Ergo meu braço todo torto
Usando álcool pra preencher o meu corpo
Pra todos os males o álcool é a cura
Me satisfaço com essa mistura
Queima meu ventre como fosse sódio
Adoro tomar essa pinga com ódio!
A neblina te traz calafrios
Meu cadáver não sente frio
Volto pro meu mundo ilusório
[Pinga com ódio
Com gelo e limão
Com raiva e rancor
Pra aumentar a tensão]
Espanto as baratas do meu copo
Pego a garrafa e coloco mais um pouco
Ergo meu braço todo torto
Usando álcool pra preencher o meu corpo
Pra todos os males o álcool é a cura
Me satisfaço com essa mistura
Queima meu ventre como fosse sódio
Adoro tomar essa pinga com ódio!
Pin Up Maldita
Vou sequestrar uma pin-up pra mim
Trancar no meu fusca e me divertir
Faze-la me amar apesar do que eu fiz
Até ela aceitar se casar com um zumbi
Mas essa menina é muito ingrata
Fugiu me chamando de psicopata
Formávamos um lindo casal de monstros
E o sangue jorrava nos nossos encontros
De alguma forma a gente combinava
Seus olhos brilhavam transbordando de raiva
Mas seu corpinho vai morrer algum dia
E eu vou poder curtir uma necrofilia!
Trancar no meu fusca e me divertir
Faze-la me amar apesar do que eu fiz
Até ela aceitar se casar com um zumbi
Mas essa menina é muito ingrata
Fugiu me chamando de psicopata
Formávamos um lindo casal de monstros
E o sangue jorrava nos nossos encontros
De alguma forma a gente combinava
Seus olhos brilhavam transbordando de raiva
Mas seu corpinho vai morrer algum dia
E eu vou poder curtir uma necrofilia!