Borbulham poções e encantos
Em um caldeirão do tamanho da gente.
Ervas e livros jogados pelos cantos.
A luz das velas ilumina fracamente.
Ele levanta-se do chão e veste seu manto.
Separa o sangue quente ainda.
Ao fundo, bem baixinho, ouve-se o pranto.
Tudo pronto para começar a mandinga.
Começo a ouvir um batuque macabro
Aí se inicia o estranho ritual.
Começa a rodar, subindo e caindo
Seus gestos frenéticos como um animal.
A fumaça das velas tremulas
Envolvem um ser horrível.
Algo esta para acontecer
E os meus pelos se arrepiam.
Mas aí me levanto e corro para o banheiro
Numa rapidez sem igual
Me esvaziava todo por dentro
Enquanto passava o comercial.

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