Deambulações pelos bueiros
Que as emoções perseguem
Um manto cobre a visão
Que a escuridão não se percebe
Os olhos percorrem o calendário
É a palha seca em consumo incendiário
Os problemas lhe caem como balde d'água na cabeça
Seus ombros não suportam e ao desespero se entrega
Eu me calo e apenas aceito.
Meu fardo é que me carrega.
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